sábado, 14 de janeiro de 2017

Granola

Mais uma alternativa saudável, desta vez para o pequeno-almoço ou lanche. Eu costumo juntar a minha granola com um iogurte natural e voilá!

INGREDIENTES:
3 chávenas de Flocos de Aveia  
½ chávena de Nozes picadas aos pedacinhos
½ chávena de Amêndoas picadas aos pedacinhos
½ chávena de Sementes de Girassol  
¼ chávena de Sementes de Sésamo  
½ chávena de Mel  
¼ chávena de Óleo de Coco (ou outra gordura)  
Sumo de meia Laranja   
Sal Fino q.b
1 colher de chá de Canela
½ chávena de Bagas de Goji
½ chávena de Passas  

PREPARAÇÃO:
Numa taça, junte os flocos de aveia, as nozes e as amêndoas.
Adicione as sementes de sésamo e sementes de girassol.
junte o mel, o óleo de côco (em estado líquido), o sumo de laranja, uma pitada de sal e uma colher de chá de canela. 
Misture tudo muito bem, e espalhe uniformemente num tabuleiro forrado com papel vegetal ou num tabuleiro anti-aderente. Leve ao forno entre 10 a 15 minutos.
Deixe arrefecer e junte-lhe as passas, as bagas de goji e misture tudo.
Guarde a granola num frasco hermético. 


A granola é daquelas receitas que se está sempre a inventar. Eu às vezes não tenho um dos ingredientes e simplesmente não ponho e outras vezes acrescento outras coisas, tipo arroz tufado; uma colher de sopa de chocolate em pó e fica uma granola de chocolate... Podem pôr o que quiserem, fica ao gosto de cada um.

Como medidores eu utilizo estes utensílios de cozinha, que já tem lá mesmo a medida: 1 chávena; Meia; um terço; um quarto e um oitavo. São bastante práticos e para esta receita dão um jeitão! 

 

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Recomendação literária: "O Rouxinol" de Kristin Hannah

Saudações literárias! 
Hoje trago mais uma recomendação literária. Desta vez, num género diferente: romance histórico. Sabem que eu adoro ler livros sobre a Segunda Guerra Mundial e o Holocausto. Já li imensos livros sobre o tema e há, de facto, alguns que se destacam. Este é um deles! "O Rouxinol" foi o primeiro livro que li da Kristin Hannah e simplesmente a-do-rei! É um pouco diferente dos outros livros sobre a IIGG porque descreve as dificuldades que as mulheres passaram, não nos campos de concentração, mas nas suas próprias casas, durante a ocupação e o papel preponderante que tiveram na Guerra. 
É um livro fácil de encontrar, porque felizmente a Bertrand também pegou nele, senão só os sócios do Círculo de Leitores é que teriam acesso. Aqui ficam as capas e a sinopse do livro, que eu recomendo vivamente (rating 4,53 no Goodreads). Boas leituras! 


O Rouxinol de Kristin Hannah

 
Sinopse: Apaixonados, descobrimos quem queremos ser. Na guerra, descobrimos quem somos. França, 1939 Na tranquila vila de Carriveau, Vianne despede-se do marido, Antoine, que parte para a frente da batalha. Ela não acredita que os nazis vão invadir a França… mas é isso mesmo que fazem, em batalhões de soldados em marcha, em caravanas de camiões e tanques, em aviões que enchem os céus e largam as suas bombas por cima dos inocentes. Quando um capitão alemão reclama a casa de Vianne, ela e a filha passam a ter de viver com o inimigo, sob risco de virem a perder tudo o que têm. Sem comida, dinheiro ou esperança, e à medida que a escalada de perigo as cerca cada vez mais, é obrigada a tomar decisões impossíveis, uma atrás da outra, de forma a manter a família viva. Isabelle, a irmã de Vianne, é uma rebelde de dezoito anos, que procura um objetivo de vida com toda a paixão e ousadia da juventude. Enquanto milhares de parisienses marcham para os horrores desconhecidos da guerra, ela conhece Gäetan, um partisan convicto de que a França é capaz de derrotar os nazis a partir do interior. Isabelle apaixona-se como só acontece aos jovens… perdidamente. Mas quando ele a trai, ela junta-se à Resistência e nunca olha para trás, arriscando vezes sem conta a própria vida para salvar a dos outros. 
Com coragem, graça e uma grande humanidade, a autora bestseller Kristin Hannah capta na perfeição o panorama épico da Segunda Guerra Mundial e faz incidir o seu foco numa parte íntima da história que raramente é vista: a guerra das mulheres. "O Rouxinol" narra a história de duas irmãs separadas pelos anos e pela experiência, pelos ideais, pela paixão e pelas circunstâncias, cada uma seguindo o seu próprio caminho arriscado em busca da sobrevivência, do amor e da liberdade numa França ocupada pelos alemães e arrasada pela guerra. Um romance muito belo e comovente que celebra a resistência do espírito humano e em particular no feminino. Um romance de uma vida, para todos.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Peitos de frango com cogumelos salteados

Focada no objetivo de tentar fazer uma alimentação mais saudável, cortei nos doces (só me são permitidos ao fim de semana, e isto tem sido muito difícil para mim, visto ser uma autêntica viciada em chocolates) e tenho feito umas refeições mais equilibradas. 
Sabemos que hoje em dia a maioria das pessoas é viciada no "pó branco" sem saber, e esse pó branco é altamente nocivo para a nossa saúde. Não, não estou a falar de heroína ou cocaína... Estou sim a referir-me a outros tipos de "pó branco" que entraram na nossa alimentação quotidiana, são viciantes e prejudiciais. São eles: o açúcar, a farinha e o sal! Perceberam agora porque disse que somos viciados em pó branco. É que a maioria da nossa sociedade consome estes três ingredientes. A maioria sabe que fazem mal. A maioria não deixa de os consumir. Porquê? Porque estamos viciados neles!
Tenho tido alguma dificuldade em encontrar sites com ideias para receitas simples, rápidas e saudáveis. E é principalmente por este motivo que vou deixando aqui algumas receitas que, não sendo nada de especial, são apenas ideias para refeições saudáveis.
Posto isto, fica a sugestão para um almoço despretensioso, rápido e fácil de confecionar. 

Ingredientes (para 2):
2 peitos de frango
1 embalagem de cogumelos frescos Portobello
Azeite
Manteiga
Sal
Pimenta preta
Alho
Sumo de limão 
Molho de soja
Salsa fresca

Preparação:
Comece por temperar os peitos de frango com sal, pimenta, alho e sumo de meio limão.
De seguida prepare os cogumelos, tirando-lhe a "pele", lavando-os e cortando-os às fatias (pode também comprar as embalagens em que já vem fatiados, mas eu gosto mais assim).
Coloque uma colher de sopa de manteiga numa frigideira, deixe derreter e grilhe os bifes de frango.
Simultaneamente, prepare também os cogumelos, levando ao lume uma colher de sopa de azeite numa frigideira.
Coloque os cogumelos e tempere-os com sal, pimenta, alho e molho de soja.
Deixe saltear os cogumelos, eles vão libertar algum suco, e estão prontos quando já estiverem bem sequinhos. Retifique os temperos e acrescente a salda fresca finamente picada.
Servir ainda quente e acompanhar com uma salada.
Bom apetite!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Bolo Guinness (Bimby)

O prometido é devido e, por isso, trago hoje a receita do Bolo Guinness. Na verdade eu não usei mesmo esta marca de cerveja, usei a cerveja preta da Super Bock sem álcool. Porque o que interessa mesmo é que seja cerveja preta, gente. Tirei foto, mas era para nem colocar aqui porque não faz justiça ao bolo que é. É um bolo que fica super húmido e delicioso.
Aqui fica a receita do meu bolo de chocolate favorito do momento.

Ingredientes:
310 g de Guinness (ou outra cerveja preta)
200 g manteiga (usei líquida)
80 g cacau em pó
250 g açúcar
1 pacote natas
2 ovos
1 colher de chá de essência de baunilha
250 g farinha
2 colheres de chá fermento em pó
1 colher chá bicarbonato de sódio (não usei porque não gosto do sabor que deixa nos bolos)

Preparação:
Colocar no copo o cacau, a farinha, o açúcar, o fermento e o bicarbonato e misturar 10 seg/ vel 6. Reservar e limpar o copo.
Colocar a cerveja e a manteiga 5min/ 70/ vel 1. Reservar.
Colocar a borboleta e adicionar as natas, os ovos e a essência de baunilha, 1min/ vel 4, nos últimos 10 seg misturar a cerveja.
Retirar a borboleta e juntar a farinha 5seg/ vel 4.
Deitar numa forma untada com manteiga e farinha. (Colocar circulo de papel vegetal na base.)
Levar ao forno 50 min.
Deixar arrefecer completamente antes de desenformar.
Bom apetite!

domingo, 8 de janeiro de 2017

Recomendação literária: Policial/ Thriller

Saudações literárias!
Hoje venho dar mais uma sugestão, que na verdade até são duas sugestões. Desta vez, no género policial e thriller: a série "Rober Hunter" de Cris Carter.
O primeiro livro da série é "O assassino do crucifixo" e o segundo, que saiu em Portugal muito recentemente, é "O carrasco do medo". Ambos muito bons, mas gostei ainda mais do segundo do que do primeiro. E quem já leu os seguintes em Inglês, diz que a série só melhora de livro para livro. Pelo que, fico desejosa que cheguem as próximas traduções da série ainda este ano.
Aqui ficam as capas e as respetivas sinopses de ambos.

Um corpo mutilado. Um assassino impiedoso.Um pesadelo que parece não ter fim. O corpo de uma jovem é encontrado numa cabana abandonada, no meio de uma floresta. Quando é chamado ao local do crime, o detetive Robert Hunter vê-se no meio de um cenário que parece saído de um filme de terror.Nua e presa pelos braços a dois postes, a vítima foi torturada até à morte e no seu corpo foi entalhada uma cruz que o detetive reconhece de imediato: é a assinatura de um psicopata conhecido como Assassino do Crucifixo. Mas como é possível, se o Assassino do Crucifixo foi condenado e executado há dois anos?Poderá este criminoso ser um imitador? Ou será que o impensável aconteceu e ele está, afinal, vivo e à solta? O detetive Robert Hunter e o seu parceiro embarcam numa investigação perigosa para descobrir a verdade e capturar de uma vez por todas este violento assassino. Mal sabem eles que estão, na verdade, prestes a entrar no mais terrível dos pesadelos.Um thriller vertiginoso e arrepiante, que prenderá o leitor da primeira à última página. 
Imagine o seu pior medo… e depois conheça o seu pior pesadelo. Quando a Unidade Especial de Homicídios da Polícia de Los Angeles é enviada a uma pequena igreja da cidade, depara-se com um cenário no mínimo aterrador. O padre foi decapitado, o seu corpo dilacerado, e no seu peito lê-se ainda o número 3 desenhado a sangue. A violência é impiedosa e nada parece fazer grande sentido neste crime horrendo. Perante este quadro macabro, o detetive Robert Hunter e o seu parceiro acreditam que se trata de um crime ligado a algum ritual religioso. Mas a investigação parece não avançar e as respostas não surgem. E à medida que mais corpos e crimes são revelados, o pavor espalha-se por toda a cidade. O que une realmente estes crimes, para além do terror e brutalidade de todas as mortes resultarem dos seus maiores medos? Será este o maior desafio de Robert Hunter? E será que não ter respostas é o seu maior pesadelo?